O ESCAPULÁRIO VERMELHO E A IRMÃ APOLLINE ANDRIVEAU


O Escapulário Vermelho  da Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo  e  as Aparições à Irmã Apolline Andriveau

Pedidos do escapulário: debora.mug@gmail.com

CLIQUE AQUI PARA OUVIR O ÁUDIO DAS APARIÇÕES E REVELAÇÃO DO ESCAPULÁRIO VERMELHO PARA A IRMÃ APOLLINE:




Nas Aparições de Jacareí, Nossa Senhora deu a missão ao vidente Marcos Tadeu de mandar fazer o escapulário vermelho e divulgar a Aparição de Jesus à Irmã Apolline.

Trecho da mensagem de Nossa Senhora na sexta-feira Santa de 2012:
(para ver a mensagem inteira clique aqui: http://www.pt.gloria.tv/?media=277380 )

"...USAI O ESCAPULÁRIO DA PAIXÃO QUE MEU FILHO JESUS REVELOU À MINHA
FILHINHA APOLLINE ANDRIVEAU.
Este Escapulário será potentíssimo contra o inferno:
destruirá as heresias, reconduzirá ao caminho da conversão muitos pecadores, encherá de
graças celestiais aqueles que o usarem com amor e levará estas almas a um grande e
profundo conhecimento do amor de Jesus, do Mistério de amor da Santíssima Trindade, e,
sobretudo, dará a estas almas um conhecimento singular da Paixão de Jesus, das Dores do
Meu Coração Imaculado e do Mistério das Minhas Lágrimas Benditas.
Este Escapulário porá em fuga dos lugares onde ele estiver: os demônios com suas seduções,
insídias e tentações e aqueles que juntamente com a fuga das ocasiões de pecado O usarem
devotamente todos os dias, Eu prometo guardá-los de todo o mal do corpo e da alma e
conduzi-los em segurança à glória do Céu.
Como o Meu Filho já lhes prometeu: toda sexta-feira receberão a indulgência plenária
aqueles que usarem este ESCAPULÁRIO. E todos os anos na SEXTA-FEIRA SANTA Eu
prometo também libertar do purgatório a alma de 30 parentes de quem usar este
ESCAPULÁRIO à sua escolha e ao mesmo tempo também, prometo conservar em estado de
graça as suas almas e seus entes queridos que Eu mesma escolherei e assim os manterei.
Eu a vossa MÃE IMACULADA não Me canso de conceder-vos novos favores Aqui, pois Aqui
Sou verdadeiramente amada, glorificada, exaltada, obedecida e servida, primeiramente pelo Meu
filhinho Marcos o mais esforçado e dedicado dos Meus filhos, depois pelos Meus outros filhinhos
que juntamente com ele consagraram-Me as suas vidas, a sua juventude, deram-Me a sua
liberdade, a sua vontade, deram-Me tudo Aqui e depois pelos Meus filhos que com amor em suas
famílias obedecem Minhas Mensagens e procuram de todo o seu coração ajudar-Me no Meu Plano
de Salvação das almas..."

Trecho da mensagem de Nossa Senhora, no sábado Santo de 2012 :
(para ver a mensagem inteira clique aqui: http://www.pt.gloria.tv/?media=277516)

 "...VÓS DEVEIS USAR O ESCAPULÁRIO VERMELHO
DA PAIXÃO, DIVULGÁ-LO E DÁ-LO A CONHECER AO MUNDO INTEIRO, POIS ESTE
ESCAPULÁRIO DADO DE ANTEMÃO À MINHA FILHINHA APOLLINE PELO MEUFILHO JESUS, APRESSARÁ E MUITO O TRIUNFO DO DIVINO CORAÇÃO E DO MEU
CORAÇÃO IMACULADO. AS ALMAS QUE USAREM ESTE ESCAPULÁRIO SENTIRÃO
EM SI MESMAS A NECESSIDADE DE AMAR E DE REPARAR OS NOSSOS CORAÇÕES
UNIDOS E DOLOROSOS.
AS ALMAS SENTIRÃO A NECESSIDADE DE TRABALHAR PARA QUE JESUS NÃO
SEJA CRUCIFICADO DE NOVO POR TANTOS PECADOS QUE OS HOMENS COMETEM.
E ASSIM FAZENDO, TRABALHANDO PELA CONVERSÃO DOS PECADORES PARA
QUE OS MEUS FILHOS NÃO CRUCIFIQUEM DE NOVO AO MEU JESUS TAMBÉM
RETIRARÃO DO MEU CORAÇÃO AS ESPADAS DE DOR COM QUE TANTOS DOS MEUS
FILHOS ME TRANSPASSAM COM OS SEUS PECADOS.
PORTANTO, DAR O MEU ESCAPULÁRIO, DAR O ESCAPULÁRIO DA PAIXÃO DO
MEU FILHO QUE É TAMBÉM MEU ÀS ALMAS DOS PECADORES, PARA QUE SE
CONVERTAM É TIRAR AS ESPADAS DO MEU CORAÇÃO, É DESPREGAR JESUS DA
CRUZ, É DAR AOS NOSSOS CORAÇÕES DOLOROSOS: NOVOS JARDINS DE GRAÇA,
PERFEIÇÃO E SANTIDADE NAS ALMAS, ONDE NÓS FINALMENTE: REPOUSAREMOS,
DESCANSAREMOS E ENCONTRAREMOS AS NOSSAS DELÍCIAS.
MEUS FILHOS ESTA AGORA É A MISSÃO QUE EU CONFIO A VÓS E QUE EU CONFIEI EM
PRIMEIRO LUGAR AO MEU FILHINHO MARCOS ATÉ O FIM DA VIDA DELE:
TORNAR O ESCAPULÁRIO DA PAIXÃO CONHECIDO, AMADO E USADO COM AMOR
POR TODOS OS MEUS FILHOS, PARA QUE ASSIM O TRIUNFO DOS NOSSOS
CORAÇÕES TRANSPASSADOS E DOLOROSOS SE REALIZE MAIS DEPRESSA E O
MUNDO FINALMENTE CONHEÇA A ERA NOVA: DE PAZ, GRAÇA E SANTIDADE QUE
OS NOSSOS CORAÇÕES DOLOROSOS TRARÃO PARA VÓS EM BREVE..."

Conhecendo um pouco da história das Aparições de Jesus à Irmã Apolline

Luiza Apolline nasceu à 7 de maio de  1810 em Porsan, Centro da França, sendo filha legítima de Leonardo Andriveau e Apolline Grangier. Desde pequena Apolline, muito estimada pela família, sempre soube corresponder aos afetos dos mais íntimos. Modesta, obediente e muito fervorosa na igreja, nutria grande veneração  à imagem de Jesus “eti Homo” e era chamada  por muitos de “ a santinha”. Sempre gostava de dar esmolas e socorrer os mais fracos. Quando se mudou para Paris com sua família, estudou música, pintura, línguas, sendo uma aluna exemplar e estimada. Após a morte de sua mãe foi estudar num colégio  religioso, no convento de Santa Isabel, onde ficou por 2 anos. Aos 23 anos entrou  para o Convento das Filhas da Caridade de São Vicente de Paulo, renunciando para sempre às artes e as ciências. Assim relata ela mesma:
“Nada me parece mais perigoso para uma mulher  do que os elogios ao seu espírito e talentos. Foi a mão  Divina do Nosso Amantíssimo Redentor que me livrou deste caminho escorregadio que eu percorria com satisfação.”
Com certeza foi o grande amor pelo pobres que a fez escolher este instituto, onde começou seu noviciado em 15 de outubro de 1833, em Paris, na Rue du Bac, onde três anos antes Nossa Senhora revelou a Medalha Milagrosa à Santa Catarina Labouré. Passando o tempo do noviciado, foi enviada a Troe, sudoeste de Paris, onde viveu 38 anos.
Primeiras Manifestações sobrenaturais à Irmã Apolline
Em 1845 irmã Apolline foi alvo de fenômenos místicos e foi chamada à Divina Providência a exercer uma missão sobrenatural que foi para ela fonte abundante de  graças e também de grandes sofrimentos. Assim ela escreve em uma das  carta ao seu confessor, Padre Tiene, que havia recebido do Senhor comunicações tão íntimas que a deixava espavorida, a tal ponto que receava ser vítima de alguma tipo de ilusão.
Descreve ela, à 11 de outubro de 1846:
“Estava  meditando à Santa Missa na Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo. Julguei então vê-lO na Cruz. O Seu Rosto era de uma palidez que me impressionou tão vivamente que me encontrei toda coberta de um suor glacial. A cabeça de Nosso Senhor estava inclinada. Pensei que os longos espinhos que cobriam sua fronte Adorável fossem a causa desta posição incômoda. No mesmo instante, o Senhor levantou subitamente a cabeça e os espinhos da coroa enterraram-se com força até os olhos e na fronte.  Nunca poderei esquecer aquele movimento. Era algo terrível a dor que Ele deve ter experimentado no choque violento da Sagrada Cabeça contra o lenho da Cruz.  Fiquei toda sobressaltada, toda a tremer. E Nossa Senhora estava ali. Oh Jesus! Oh Maria! Que sofrimento! Desde aquele momento a Paixão do Nosso Amantíssimo Salvador está-me sempre diante dos olhos.”
Irmã Apolline guardou para si os segredos destas manifestações sobrenaturais, mas possivelmente a tensão interior a fez adoecer gravemente, a ponto de receber os últimos sacramentos e imaginar que fosse gozar da Presença de Deus.


Nosso Senhor revela o Escapulário da Paixão

Foi em 26 de julho de 1846 que lhe foi revelada sua missão e lhe foi mostrado o modelo do Escapulário da Paixão. Durante  um retiro com o padre Russeau, este ordenou-lhe que não guardasse apenas para si todas essas luzes da Paixão. Depois de analisar tudo que a Irmã Apolline lhe descrevera, mandou que ela escrevesse tudo para o padre Tiene. A irmã obedeceu, e em setembro de 1846, inicia suas correspondências que mais tarde se tornaria  pública, e da qual temos todos os pormenores relativos ao Escapulário da Paixão. No total foram escritas 51 cartas para o padre Tiene, a última em 1857. Devido a algumas cartas datarem grandes espaços de tempo, entre uma e outra, supõem-se que algumas podem ter sido extraviadas na época.

Com humildade e ardente amor à Paixão, Irmã Apolline vai descrevendo como foi a revelação do Escapulário da Paixão. Ela revela suas belas qualidades de espírito, seu progresso nas virtudes, suas fidelidades às graças obtidas e sobretudo um grande amor à vida oculta. Ela pedia constantemente ao seu confessor que destruísse as cartas após ler.

Na sua primeira carta ela descreve a aparição.

“Estando na capela, na tarde da Oitava do Nosso Bem Aventurado Pai, dia 26 de julho de 1845, pois a festa de São Vicente de Paulo era então, como até a poucos anos a 19 de julho. Vi ou julguei ver Nosso Senhor Jesus revestido  com uma longa veste encarnada e um manto azul. Oh amor de Jesus Cristo como encheste meu coração neste momento sublime! Oh como Ele era belo! Já não era aquele rosto fatigado pelas dores do pretório como eu O tinha visto uns dias antes durante a Santa Missa. Era a beleza por essência. Tinha na mão direita um escapulário Vermelho em que Ele estava pregado na Cruz rodeado dos instrumentos da Paixão que mais fizeram sofrer sua Santa Humanidade. Ao redor do crucifixo li estas palavras: SAGRADA PAIXÃO DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO SALVAI-NOS. Na outra extremidade da fita de lã escarlate estava a imagem dos Sagrados Corações de Jesus e de Maria, um rodeado de espinhos, o outro transpassado por uma espada. Entre os dois Corações via-se uma cruz que se elevava acima deles. Passados vários dias, tornei a ver a mesma imagem.

Finalmente no dia da Exaltação da Santa Cruz, 14 de setembro, Nosso Senhor dignou-se dizer-me: “ Os padres da Missão é que hão de dar este escapulário, e quem o trouxer benzido receberá todas às sextas-feiras inteira remissão de suas culpas, aumento da fé, esperança e caridade.”

Em outra carta de 17 de agosto de 1848, irmã Apolline acrescenta outros pormenores.

“Ei pela Graça de Deus os pormenores sobre o Escapulário  da Paixão. Nosso Senhor estava em cima do altar um pouco inclinado para a direita se bem me lembro. O brilho incomparável que o cercava parecia obscurecer o fundo da capela. Estava vestido de túnica vermelha e manto azul. As mão e os pés estavam um pouco coloridos pelas cotas de sangue que manavam das chagas. A fronte ligeiramente corada deixava ver os espinhos. Oh aqueles espinhos! Não posso  pensar neles sem estremecer. A beleza de Jesus ultrapassava tudo quanto tenho visto nos quadros dos artistas. Oh meu Divino Jesus Vós tínheis na mão direita este escapulário escarlate que parecia brilhante como o fogo por passar pelas Vossas Mãos  que tantas vezes me tem abençoado! E vi-Vos crucificado e moribundo cercado de tudo que Vos fez sofrer! Na outra extremidade do escapulário presa pela fira vermelha, a cruz elevava-se no meio dos dois Corações em torno estava escrita a jaculatória: CORAÇÕES DE JESUS E MARIA PROTEGEI-NÓS.”
Carta de 16 de agosto de 1847.

“Lembro-me bem que vos disse ter julgado ver Nosso Senhor no dia da Oitava de São Vicente à tarde. Eu tinha ido para a capela antes da benção. Nosso Senhor segurava na mão direita um escapulário vermelho suspenso por duas fitas de lã na mesma cor. De um lado Jesus estava representado  na Cruz e ao pé da cruz estavam representados os instrumentos mais dolorosos da paixão: o azorrague, o martelo e a túnica que cobriu seu corpo chagado. Ao redor do crucifixo lia-se SAGRADA PAIXÃO DE JESUS CRISTO SALVAI-NOS. Na outra extremidade das fitas o mesmo tecido estava  coberto de um pano branco onde estavam impressas imagens  do Seu Coração e de Sua Santa Mãe. Em redor lia-se essa  palavras: SAGRADOS CORAÇÔES DE JESUS E MARIA PROTEGEI-NOS. Parece-me que o nome deve ser Escapulário da Paixão. Não é por ventura revestir-se de Jesus Padecente o uso de trazer ao pescoço as imagens de Sua Cruz e de Seu Coração.

O Nosso Misericordioso Salvador gostaria que se usasse este escapulário e  que seus associados se revestissem dele e do amor pelos Seus sofrimentos. A cruz é tão poderosa para converter os infiéis, para tocar os hereges. É com a Paixão de Jesus Cristo que se convertem os pecadores, que se reanima a fé dos justos. Quem poderá resistir a um Deus morto por amor dos homens?

Num destes últimos dias vi Nosso Senhor sofrendo tanto que não pude deixar de estremecer involuntariamente. Meu Deus  que dores em Vossa Sangrenta Paixão! É este meu pensamento constante. Olha para mi  crucificado, dizia Nosso Senhor, e vê se deves amar-Me. Os sofrimentos de sua Santa Humanidade tocam-me mais que os esplendores de Sua Glória. Ah! Bem sabia Nosso Senhor que se eu podia resistir à sua grandeza tinha de me render aos seus sofrimentos. Ele mesmo me tinha dito: Só pelos Meus Sofrimentos, minha filha, compreenderás o Meu Amor, e a força deste Amor afrouxará os sentimentos da dor até que se perder inteiramente  no Amor.

O padre Tiene recebeu com favorável impressão as confidencias da irmã Apolline cujas virtudes e vida exemplar conhecia, mas não se apressou a pronunciar sobre as coisas extraordinárias que eram comunicadas, nem deu execução ao que lhe era pedido de pronto, da parte de Nosso Senhor. Entretanto, na primavera de 1847, teve de ir a Roma para tratar de assuntos importantes do seu Instituto. Perante a ocasião, apresentou ao Papa  Pio IX o segredo de que era confidente. Relatou-lhe tudo sobre as Revelações de Nosso Senhor à irmã Apolline.  O Santo Padre acolheu favoravelmente esta comunicação e por um rescrito de 25 de julho de 1847, Pio IX aprovou e enriqueceu de indulgências o novo Escapulário  sob o nome de ESCAPULÁRIO DA PAIXÃO DE NOSSO SENHOR E DOS SAGRADOS CORAÇÕES DE JESUS E MARIA. Pelo mesmo rescrito dava faculdade a todos os padres da Missão Lazarista de o benzerem e impor aos fiéis. Entre as indulgências que vieram a ser concedidas ao Escapulário da Paixão, ouve uma especialmente preciosa; a Indulgência Plenária concedida a todos os fiéis que usassem o Escapulário da Paixão cada sexta-feira contanto que neste dia meditassem piedosamente durante algum tempo sobre a Paixão de Nosso Senhor.

Irmã Apolline manteve-se no escondimento do   Instituto até a sua morte. Por mais que houvessem rumores sobre quem seria a Irmã Bem aventurada a qual Nosso Senhor revelou o escapulário, e ainda que muitas irmãs suspeitassem dela, Irmã Apolline sempre conseguia sair destes comentário e acusações com descrição. Sete anos antes de sua morte ela foi enviada à Casa das Irmãs Idosas de Montolier, onde sofreu por anos dores atrozes de seu reumatismo. As dores eram intensas principalmente nos pés e nas mãos. A irmã sempre manteve a humildade e a mansidão mesmo nestes últimos anos de sua vida de contínuos incômodos e sofrimentos. Assim, ‘lançou-se nos Braços do Pai Celeste para a Eternidade’, oferecendo a Deus o sacrifício de sua vida, sem agonia e  com serenidade. Falece então a Irmã Apolline Andriveau, no dia 23 de fevereiro de 1895, com 75 anos.

Um dia na oração Nosso Senhor fez-me compreender que a contemplação profunda de uma alma que O ama lhe é mais agradável do que as  orações dos Anjos. A homenagem sincera do coração do homem, criatura querida de Deus, é o que há de mais precioso para o Divino Coração e tudo se explica pelo Calvário. Jesus queixa-se dizendo: “Muitos tem-Me respeito, mas não Me amam como um amigo ama seu amigo, não me querem como seu amigo”.

Mensagens de Jesus:

“Todos os esforços dos ímpios que movem perseguição pela Igreja são impotentes perante a oração. Uma alma que reza com toda a confiança do amor, honra- Me mais do que os crimes dos maus Me ofendem.”

“As almas são Minha propriedade, pertence-Me. A alma do pecador é Minha. Salva os pecadores pelo Meu Amor.”

“Ama-Me na capela e na rua.”

“É para ti que Meu Coração está aberto, toma tudo o que quiseres para o teu bem e para os outros.”

Pensamentos da irmã Apolline:

Onde Jesus reina leva a Cruz, os espinhos e os cravos.

Tantos tesouros nos são oferecido e aproveitamos tão pouco.